A aviação executiva retém um enorme potencial de crescimento no país; estima-se que ao longo da próxima década, o setor cresça ao ritmo de 10% ao ano. Principalmente no Brasil, que possui dimensões continentais, a aviação executiva demonstra-se cada vez mais importante para promover o transporte de pessoas e o desenvolvimento de transações comerciais em áreas de difícil acesso. 

Novas pesquisas têm demonstrado que o futuro da aviação está intimamente ligado ao desenvolvimento de tecnologias que garantam a sustentabilidade. No dia 5 de dezembro (2022), a Embraer apresentou novos conceitos de aeronaves como parte de sua iniciativa para zerar as emissões de poluentes na indústria da aviação até 2050.

Em 2022, a aviação executiva já operava em patamares muito superiores ao da pré-pandemia, e o crescimento foi extremamente significativo em comparação a 2020 e 2021, quando o setor de aviação apresentou queda histórica de operações. Em setembro de 2020, já havia retomado o mesmo patamar anterior à pandemia.

 O Brasil já possui a segunda maior frota de aviação executiva do mundo, e o potencial do setor é gigante. De tal forma, a principal tendência para o setor de aviação executiva pode ser definida em uma palavra: crescimento.